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Drogas

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Meu nome é Romer de Freitas, membro da Igreja Universal de Águas Bonitas (GO); tenho 42 anos. Gostaria de relatar um pouco de minha experiência com o vício e o mundo do crime e falar também como consegui vencer.

Nasci em Belo Horizonte (MG) e comecei a usar drogas com 14 anos de idade. A primeira foi a maconha; usei por curiosidade. No começo, ela era boa, mas, com o passar do tempo, senti o desejo por algo mais forte, então comecei a cheirar cocaína. Para ter um efeito mais rápido, passei a injetá-la no sangue. Usava e traficava. Usei também haxixe, ecstasy, e no início do surgimento do crack, cheguei a usá-lo também.

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Eu fumei, pelo menos, um maço de cigarros por dia durante 20 anos seguidos. Isso equivale a, aproximadamente, 1.500.000 (um milhão e meio) de cigarros. Posso dizer que gastei bastante dinheiro danificando minha saúde. Eu era escravo do vício de fumar.

As campanhas de conscientização sobre os males causados pelo fumo e os pedidos de meus familiares não me convenciam a parar de fumar. Embora eu tivesse consciência de que estava fazendo um mal terrível a minha saúde, eu não conseguia parar de fumar e sentia falta só de pensar em ficar sem cigarros. Eu era escravo do cigarro.

Leonardo Matos

Nascer em um lar cristão nem sempre livra os jovens de vivenciar as piores e inimagináveis experiências que o mundo pode proporcionar.

E mesmo não tendo o perfil usualmente imaginado do que venha ser um viciado, o então adolescente de 13 anos Leonardo Matos, entrou de cabeça no mundo das drogas, tornando-se escravo dos mais terríveis vícios que jovens e até adultos estão propensos a enfrentar. O agora pastor formado em teologia contou ao programa Prova Viva, da Rede Super de Televisão toda a sua história de viciado, dos 13 aos 18 anos, até a sua conversão.

Maryann entregou seu coração a Jesus e se casou com um homem cristão. (Foto: Reprodução).

A história de Maryann pode ser exemplo para tantos homens e mulheres que passaram por traumas, seja na infância, até mesmo na fase adulta. Ela conta que quando criança, não teve o melhor exemplo de pai. “Eu cresci com um pai abusivo e alcoólatra”.

O pai de Maryann era viciado em bebidas e batia em sua mãe, além de os ameaçar com armas. Ela lembra: "A polícia vinha muitas vezes aqui em casa, porque era sempre mais um caso de violência doméstica para nós". Ela tinha 12 anos quando passou a copiar os hábitos de seu genitor.

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Os jovens e adolescentes estão entre as principais vítimas das drogas lícitas e ilícitas. Especialistas no assunto orientam que o diálogo familiar é um fator fundamental de prevenção. Mas o que acontece quando o mau exemplo vem de dentro de casa? Erick Onofre sabe bem o que é isso, pois teve que conviver com a mãe que era usuária de drogas.

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