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Cálculos biliares são um importante problema de saúde pública acometendo cerca de 20% da população. Eles são causados por uma interação complexa entre fatores dietéticos, genéticos, metabólicos e ambientais.

A grande maioria dos cálculos são formados principalmente por colesterol, dentro da vesícula biliar. Isto decorre de um processo multifatorial que envolve em graus variados a presença de uma bile com excesso de colesterol, redução de substâncias inibidoras da formação dos cristais e motilidade prejudicada da vesícula biliar.

Dentre os fatores de risco para a formação de cálculos biliares de colesterol podemos citar:

  • Sexo feminino
  • obesidade
  • perda rápida de peso (mais de 1,5 Kg/semana)
  • gestação
  • alguns medicamentos como hormônios femininos
  • dislipidemia
  • doenças intestinais que acometem o íleo terminal.

Habitualmente, a pedra na vesícula se apresenta de forma assintomática, mas pode causar cólica biliar, colecistite (inflamação da vesícula biliar), além de complicações mais graves como colangite (inflamação de um ou mais canais biliares) e pancreatite aguda biliar.

Como a dieta pode ajudar a controlar?

O tratamento depende do estado geral do paciente, da presença ou não de sintomas e complicações e pode incluir medidas dietéticas, medicamentos e procedimentos endoscópicos, de radiologia intervencionista e cirúrgicos.

Uma vez formados os cálculos biliares, não existe dieta que possa vir a eliminar o problema. Assim que é feito o diagnóstico, deve ser iniciada uma dieta específica para reduzir o risco de sintomas e de complicações relativas à litíase biliar. Deve ser reduzida a quantidade de gordura na dieta, limitando a ingesta de alimentos fritos, carnes vermelhas gordurosas, leite integral e seus derivados, ovos, vísceras de animais, doces e algumas comidas processadas. Especialmente, devem ser evitados quaisquer alimentos que sabidamente provoquem os sintomas.

Prevenção

Já quando o assunto é prevenção, a dieta tem um papel fundamental. Está recomendada uma dieta rica em alimentos antioxidantes, com bastante vegetais e frutas, rica em fibras, cálcio, vitamina C, carnes brancas e leite desnatado e com café em quantidade moderada. As refeições devem ser fracionadas, procurando evitar concentrar uma grande quantidade de gorduras em uma única refeição. Deve ser evitada a obesidade, mas também não pode ocorrer perda rápida de peso (não se deve emagrecer mais de 1,5 Kg/semana). Além da dieta, um programa regular de atividades físicas pode ajudar a reduzir ainda mais o risco de cálculos biliares.

Concluindo, a dieta é importante para reduzir a chance de formar cálculos biliares, mas uma vez formados os cálculos, a dieta não reverte o quadro, apenas reduz o risco de ocorrências de sintomas e de complicações. O tratamento definitivo, quando indicado, habitualmente é cirúrgico, podendo incluir procedimentos endoscópicos complementares.

Fonte: Minha Vida

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