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coligação liderada pela Arábia Saudita definiu esta quinta-feira o ataque aéreo no norte do Iémen como uma "operação militar legítima". Segundo o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICR) este ataque provocou dezenas de mortos, incluindo crianças, na sua maioria menores de 10 anos.

"O ataque que hoje ocorreu na província de Saada é uma operação militar legítima contra elementos que (...) dispararam um míssil em direção à cidade [saudita] de Jizan, provocando um morto e feridos entre os civis", indicou em comunicado a coligação que intervém no Iémen desde 2015 em apoio ao Governo reconhecido pelas instâncias internacionais.

Dezenas de pessoas foram hoje mortas ou feridas num ataque contra um autocarro que transportava crianças no norte do Iémen, anunciou a representação do CICR neste país em guerra.

"Após um ataque esta manhã contra um autocarro que transportava crianças num mercado de Dahyan a norte de Saada, um hospital apoiado pelo CICR recebeu dezenas de mortos e feridos", indicou a organização através do Twitter, sem precisar a natureza do ataque.

"Segundo o direito humanitário internacional, os civis devem ser protegidos durante os conflitos", acrescentou o CICR sem indicar com precisão o número de mortos e feridos.

A televisão Al-Massirah, dos rebeldes 'houthis', que controlam a zona onde decorreu o ataque, afirmou que 31 pessoas foram mortas e 52 feridas, "na sua maioria crianças".

Líderes tribais da região também confirmaram o bombardeamento aéreo de hoje e referiram-se a pelo menos 20 mortos, incluindo crianças.

Na quinta-feira, pelo menos 55 civis foram mortos e 170 feridos após diversos ataques em Hodeida (oeste), ainda segundo a CICR.

A cidade estratégica de Hodeida é controlada pelos 'houthis', que também responsabilizaram a coligação chefiada pelos sauditas, com um particular envolvimento dos Emirados Árabes Unidos (EAU), pelos ataques.

A coligação tem sido acusada de promover ações militares que provocaram já centenas de mortos civis.

Riade tem admitido a responsabilidade em alguns destes 'raides' aéreos que vitimam civis, mas argumenta que os 'houthis' se misturam com a população, que utilizam como "escudos humanos".

A guerra no Iémen já provocou mais de 10.000 mortos desde a intervenção da coligação em março de 2015, e segundo a ONU originou a "pior crise humanitária" no mundo.

Fonte: Expresso

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