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A Casa Branca elaborou uma ordem executiva que deve ser assinada pelo presidente Donald Trump. O documento instruiria as agências federais antitruste a abrirem investigações sobre as práticas de empresas de mídia social como Google, Facebook e Twitter.

O pedido está em fase preliminar e ainda não passou por outras agências do governo, explica um funcionário da Casa Branca. A Bloomberg obteve um rascunho do documento e afirma que o objetivo é “investigar minuciosamente se qualquer plataforma online agiu em violação das leis antitruste”. Dentro de um mês após a assinatura, o governo tomará ações que poderiam “proteger a concorrência entre plataformas online e o viés nas plataformas”.

Embora não nomeie nenhuma empresa, o pedido da Casa Branca representaria uma escalada significativa da aversão de Trump ao Google, Facebook, Twitter e outras empresas de mídia social, a quem ele publicamente acusou de “silenciar as vozes e fontes de notícias online conservadoras”.

A queixa de Trump
“A mídia social está discriminando totalmente as vozes republicanas/conservadoras”, acusou o presidente americano no Twitter em agosto. “Deixando muito claro em nome da administração Trump, não vamos deixar isso acontecer. Eles estão bloqueando as opiniões de muitas pessoas da direita, enquanto ao mesmo tempo não fazem nada com os outros ”.

As empresas de mídia social reconheceram em audiências no Congresso norte-americano que seus esforços para impor proibições contra alguns tipos de discurso às vezes levam à punições errôneas. Também dizem que não existe esforço sistemático para silenciar vozes conservadoras.

“Devido ao seu papel crítico na sociedade […], é essencial que os cidadãos americanos sejam protegidos contra atos anticompetitivos das plataformas online dominantes”, diz a ordem. Ela acrescenta que o dano ao consumidor – uma medida fundamental nas investigações antitruste – poderia ocorrer “através do exercício do viés” ideológico.

O procurador-geral Jeff Sessions se prepara para apresentar uma proposta sobre isso em 25 de setembro diante dos representantes de agências governamentais que já estão investigando algumas práticas das empresas de tecnologia.

Censura
Uma pesquisa do Pew Research Center no início deste ano revelou que 72% dos americanos e 85% dos republicanos (conservadores) acham provável que as empresas de mídia social censurem intencionalmente opiniões políticas que essas empresas consideram desagradáveis.

Quando compareceu diante de uma comissão do Senado dos EUA, em abril, Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, admitiu: “O Facebook e a indústria de tecnologia estão localizados no Vale do Silício, uma região sabidamente com inclinação à esquerda. Esta é uma preocupação que tenho e tentamos erradicar na empresa, assegurando que não temos qualquer preconceito no trabalho que fazemos.”

Em julho, surgiram denúncias que os algoritmos do Twitter estavam limitando a visibilidade de alguns perfis de políticos conservadores. No mês seguinte, Jack Dorsey, diretor executivo da empresa, afirmou em entrevista à CNN que “Nosso viés é mais à esquerda”. Mesmo assim, insiste que isso não influencia a maneira como a rede social opera.

Tucker Carlson, da Fox News, mostrou esta semana em seu programa ter provas que funcionários do Google discutiam a possibilidade de manipular os resultados do mecanismo de busca para minar as ações executivas do presidente Trump.

Ele apresentou cópias de e-mail internos do Google, de janeiro de 2017, onde um gerente de marketing da empresa escreveu sobre a necessidade de “contrapor ativamente resultados dos algoritmos para termos de busca como ‘Islã, Irã, México, Latino'” e outros. Segundo o jornalista, o objetivo era gerar indignação com as leis de restrição de imigração, minando a decisão de Trump em restringir a entrada de estrangeiros no país.

“Em outras palavras, os funcionários do Google queriam alterar os resultados de buscas para torná-los mais positivos em certos casos por motivos políticos”, afirma Carlson. Ele fez a denúncia dizendo que é problema se os resultados das buscas mostrem “um tipo específico de perspectiva política”.

O Google nega que haja manipulação nas suas pesquisas.

Fonte: Gospel Prime

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