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Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, “cientificismo” é “uma concepção filosófica que afirma a superioridade da ciência sobre todas as outras formas de compreensão humana da realidade (religião, metafísica etc.), sendo a única capaz de apresentar benefícios práticos e alcançar autêntico rigor cognitivo”.

Essa percepção é, via de regra, ensinada nas universidades e ajuda na formação da percepção da sociedade sobre o mundo. Contudo, o erudito Ian Hutchinson, físico e professor de Ciência e Engenharia Nuclear no Massachusetts Institute of Technology (MIT), explicou as deficiências dessa filosofia.

Hutchinson é cristão e já palestrou muitas vezes em universidades sobre questões relacionadas a “ciência e fé”. Em uma entrevista ao The Veritas Forum, argumentou que o cientificismo é uma “crença amplamente aceita, mas falha por ignorar que a ciência é inerentemente incapaz de provar a existência dos ‘intangíveis deste mundo’”.

“Ela não prova que existe coisas como justiça, misericórdia ou amor. No entanto, essas são realidades em nosso mundo que todos reconhecemos e consideramos muito importantes”, destaca o professor. “O mesmo vale para as questões teológicas. Elas são importantes, são vitais e, no entanto, não são suscetíveis à investigação pela ciência.”

A crítica de Hutchinson ao cientificismo baseia-se também no fato que muitas figuras importantes na história da ciência eram cristãos devotos e, portanto, não aderiam ao cientificismo. “Os fundadores da Revolução Científica no século 17 eram religiosos, a maioria cristãos”, lembra. “Eles certamente acreditavam que muito do que sabemos vem de fontes externas à ciência… acreditavam em milagres. No mínimo, acreditavam no milagre da ressurreição.”

Em outros momentos, como em sua participação no evento do Veritas Forum na Universidade Quinnipiac (EUA), Hutchinson mostrou que a ciência “não pode explicar tudo” e que a ideia comum de que a ciência e a fé estão em conflito foi rejeitada pelos historiadores especializados na história da ciência.

“Isso foi completamente desmentido pelos historiadores da ciência nos últimos 50 anos por cristãos sérios, incluindo membros do clero, fundamentais no desenvolvimento da ciência moderna por séculos”, asseverou. “Infelizmente, esse mito ainda exerce poderosa influência. Ele se sustenta por uma afirmação frequente de que não há evidência para o cristianismo, mas isso não é verdade.”

O livro mais recente de Hutchinson “Can a Scientist Believe in Miracles?” [Um cientista pode acreditar em milagres?], é um tratado apologético respondendo a centenas de perguntas que ele recebeu de estudantes sobre ciência, teologia e sua fé cristã.

Ele explica sua motivação para escrever a obra: “Quero alcançar os cristãos que buscam entender melhor a relação entre fé e ciência, e os não-cristãos que estão interessados ​​na questão de como ciência e fé são compatíveis”. Encerrou dizendo que “as grandes questões sobre a vida permanecem importantes”, e podemos buscar uma melhor compreensão tanto na ciência quanto no cristianismo.

Fonte: Gospel Prime

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